segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Dia Mundial das Zonas Úmidas


Seminário Ibero-americano Ciência-Tecnologia- Sociedade no Ensino das Ciências

Seminário Ibero-americano Ciência-Tecnologia- Sociedade no Ensino das Ciências


De 19 a 21 de julho de 2010
Local: Universidade de Brasília

Objetivos

•Apresentação e discussão de pressupostos teórico-metodoló gicos que configuram o campo de investigação das inter-relações CTS no ensino das Ciências.

•Apresentação e discussão de resultados de investigação que integram dimensões CTS no âmbito da educação científica, nos países de línguas ibero-americanas.

•Discussão de estudos CTS e suas implicações para o currículo e para a formação profissional.

•Divulgação de práticas inovadoras de educação científica, formal e não formal, com enfoque CTS.

•Promoção de diálogos e estabelecimento de parcerias de cooperação e de investigação entre instituições, pesquisadores, professores e outros profissionais, com interesse por temáticas CTS, dos países de línguas ibero-americanas.

•Discussão, reflexão e proposição de posicionamentos frente ao contexto da crise global com vistas à construção de propostas de educação científica para uma nova ordem social e econômica com uma perspectiva planetária.

•Partilha de posicionamentos e identificação e discussão de questões relacionadas com o movimento CTS

Tema: Educação para uma nova ordem socioambiental no contexto da crise global

O movimento CTS teve origem com a crise ambiental e com reflexões sobre a natureza da ciência e o seu papel na sociedade. O seu movimento educativo no ensino das ciências buscou redirecionar os objetivos educacionais da educação científica para a cidadania em uma perspectiva reflexiva sobre o modelo de desenvolvimento tecnológico e sobre o modelo de consumo da sociedade atual. Com o tema “Educação para uma nova ordem socioambiental no contexto da crise global” pretende-se neste seminário resgatar valores e princípios do movimento original de CTS dentro do contexto da contemporaneidade para se refletir sobre perspectivas futuras, visando uma educação científica transformadora.

Maiores informações:
http://www.finatec/. org.br/eventos/ siacts/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Que em 2010, você...








Casas construídas com plástico reciclado!!!

Rio de Janeiro - O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.
As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.
“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.



 Telha feita de garrafa PET pela Telha Leve (Fotos: Divulgação)




 Cores diferentes de telhas de plástico reciclado
 
PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS - O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

 

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

PROJETO ECOVEGETAL

A Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), unindo forças com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) e com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) promove o lançamento de um projeto de educação ambiental inédito: o EcoVegetal. Forma de mostrar o uso correto dos defensivos agrícolas como aliados ao aumento da produção de alimentos mais saudáveis e sustentáveis, através de cartilhas, palestras e peça teatral, o EcoVegetal chega a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) nesta quarta-feira (16), com programação iniciando às 9h (credenciamento) e apresentações a partir das 10h, no Observatório Astronômico do campus de Uvaranas.

Lançado hoje em Curitiba, o projeto se estende pelo interior (inicialmente Ponta Grossa e Guarapuava), levando de forma lúdica e informativa à população, questões sobre a importância da cultura e da defesa vegetal para o desenvolvimento sustentável da agricultura. Segundo um estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o uso correto e consciente de tecnologias de proteção evita perdas na ordem de 30% nas culturas agrícolas, além de eliminar pragas e doenças.


Em um espaço preparado especialmente para o evento, com ambientação temática e artistas do Movimento Ehco fazendo a recepção, o público presente – que pode se inscrever de forma gratuita –, entrará em contato com um ambiente lúdico e ao mesmo tempo informativo e terá a oportunidade de conhecer mais sobre o tema “alimentação saudável”. Os participantes receberão kits “ecovegetal”, contendo uma ecobag e seis cartilhas, que ensinam como fazer o uso adequado, o transporte e o descarte de defensivos agrícolas. Como ponto alto do projeto, serão apresentadas uma performance e uma palestra cênica, desenvolvidas pela Pró Cult especialmente para o EcoVegetal, com personagens que tratarão da questão ambiental de forma inteligente e divertida.
Segundo o chefe do Setor de Ciências Agrárias e de Tecnologia, professor Eduardo Fávero Caires, a iniciativa tem grande importância para a UEPG, uma vez que os alunos das ciências agrárias trabalham com as temáticas propostas cotidianamente. ”Se critica muito, no senso comum, o uso de defensivos agrícolas, mas na verdade é porque eles são utilizados de forma incorreta. Com o evento, os alunos terão a oportunidade de ter outra abordagem, além daquela proposta em sala de aula, sobre esse tema”, comentou o professor Caires. De acordo com o diretor executivo da Andef, José Otávio Mentem, a instituição pretende, com este programa, mostrar o papel estratégico dos institutos e indústrias de pesquisas tecnológicas para promover a produção agrícola. “O aumento de produtividade é essencial, já que a população mundial vem crescendo a uma velocidade maior do que 40 anos atrás”, explica Mentem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Coletivo Educador Universitário (UEPG)

I Encontro do Coletivo Educador Universitário (UEPG)
Às 16 h do dia 3 do mês de dezembro de 2009, reuniram-se no Núcleo de Estudos em Meio Ambiente (NUCLEAM/UEPG), acadêmicos da universidade e professores, para dar inicio a implementação do Coletivo Educador Universitário.
A reunião teve inicio com uma breve apresentação dos acadêmicos e dos professores presentes e da convidada Adriana Solak Teixeira, que realiza trabalhos na Fundação Bunge, que falou sobre os projetos que a empresa realiza sobre educação ambiental.
O Prof. Hélio Fernando de Oliveira Jr. (Faculdade de Jaguariaíva /FAJAR) deu inicio ao encontro com a frase que Saint Hilaire disse ao visitar os Campos Gerias “Campos Gerias do Paraná, o paraíso terrestre no Brasil”, no qual fez uma breve reflexão do que Saint Hilaire viu nos campos Gerias e de como está agora, apresentou também um histórico da formação dos coletivos educadores no Brasil, dando ênfase para a formação dos coletivos nos Campos Gerais, O professor apresentou a linha do tempo da educação ambiental em seguida apresentou o conceito, os objetivos de Coletivo Educador, na seqüência a Profª. Maria Aparecida de Oliveira Hinsching (UEPG/NUCLEAM) deu continuidade ao encontro falando sobre como será a caminhada no contexto universitário, mostrando a “Mandala” do coletivo, e apresentou dados dos Objetivos do Milênio da região dos Campos Gerias e para finalizar o encontro a Profª Édina Schimanski (UEPG) apresentou as propostas do coletivo universitário e na seqüência foi aberta discussão entre os participantes de como poderá ocorrer esse processo inicial de implementação e se há interesse dos acadêmicos.


Profª. Maria Aparecida de Oliveira Hinsching (UEPG/NUCLEAM) apresentando a “Mandala” do coletivo

Estavam presentes na reunião 8 acadêmicos representando os cursos de serviço social, química e biologia que já estão envolvidos com trabalhos de pesquisa com a temática Educação Ambiental, e se comprometeram em dar inicio as atividades do PAP3.
Ficou acordado entre os participantes que as oficinas para o coletivo universitário terão início em março de 2010.

Acadêmicos da UEPG juntamente com o Prof. Hélio Fernando de Oliveira Jr. (FAJAR) e a Profª Édina Schimanski (UEPG)

Durante as oficinas de Março de 2010, os Professores esperam contar com o número maior de participantes, deixando assim ainda mais forte a formação do Coletivo Universitario da UEPG.

Bom trabalho a todos em 2010.